Software house

Software house é a designação corrente no mercado brasileiro para empresas cuja atividade principal é o desenvolvimento de software sob encomenda, em oposição a fábricas de produto único ou revendas de licenças prontas. Atende projetos de complexidade variável, com equipes multidisciplinares que combinam engenharia, design de produto, arquitetura de sistemas e governança técnica.

No Brasil, o termo passou a designar uma categoria intermediária entre consultorias generalistas e fábricas de código terceirizadas. A software house típica entrega ecossistemas completos, com responsabilidade contratual sobre arquitetura, segurança, integração e manutenção evolutiva. Pode operar em modelos de fixed-price, body shop, squad dedicado ou plano de horas.

O setor brasileiro conta com associações representativas como a Brasscom e a Assespro, que mapeiam empresas de tecnologia atuantes no país. Em projetos para mercados regulados (financeiro, saúde, educação), a software house assume papel de responsável técnico pela conformidade do código entregue.

Origem do termo

A expressão surgiu nos Estados Unidos nos anos 1960, quando empresas como a Computer Sciences Corporation começaram a oferecer desenvolvimento de software como serviço independente da venda de hardware. Tornou-se padrão no Brasil a partir dos anos 1990, quando o mercado interno passou a contratar fornecedores nacionais para sistemas administrativos e bancários.

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